sexta-feira, 3 de abril de 2020

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

CAPÍTULO 10: Qual a Razão para Ser Reunido ao Nome do Senhor?


PERGUNTA: Qual é a razão para ser reunido ao nome do Senhor?
RESPOSTA: Às vezes, podemos ficar perdidos, no labirinto da busca pela verdade a respeito do assunto de congregar, e acabar nos perguntando se realmente vale a pena. Podemos ficar tentados a jogar tudo para o alto em frustração e dizer: “Qual é o sentido de tudo isso afinal?!” Sabemos que pode ser frustrante, mas existe uma boa resposta para isso também.
Devo ao irmão David Graham esta resposta. Ele disse que, na verdade, ela é tripla:
  • Primeiro, Deus deseja que exista um testemunho do nome de Cristo neste mundo. É Sua vontade que os Cristãos se reúnam para adoração e ministério em torno da Pessoa de Seu Filho.
  • Segundo, o Senhor Jesus Se deleita em ter os Seus reunidos ao Seu redor para desfrutar da companhia deles. O Salmo 50:5 indica isso na forma de princípio, embora esteja se referindo aos crentes judeus num dia vindouro, dizendo: “Ajuntai-Me os Meus santos” (ARF).
  • Terceiro, o Senhor quer que Seu povo tenha a alegria especial de estar onde Ele está no meio; é um privilégio estar ali. Ao experimentarmos isso, nós, assim como Pedro, diremos: “Senhor, bom é estarmos aqui” (Mt 17:4). 
Essas coisas devem ser suficientes para querermos procurar o lugar designado por Ele e ser encontrados ali em Sua presença. Esta é a vontade de Deus.

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O Teste da Profissão da Pessoa


Outro princípio ao receber alguém é que existe algo que é colocar à prova a profissão de fé da pessoa. Se alguém se diz Cristão, é preciso que prove isso apartando-se de todo pecado conhecido. 2 Timóteo 2:19 diz que “qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade” (veja também Apocalipse 2:2 e 1 João 4:1). Se a pessoa não se aparta da iniquidade, ela não é fiel à sua confissão. Isto é importante especialmente em uma época de ruína e colapso no testemunho Cristão, quando abundam doutrinas e práticas perniciosas de todo tipo. Um exemplo disso é visto em figura em 1 Crônicas 12:16-18. Naquele tempo, Davi era o rei rejeitado de Israel, e quando pessoas de várias tribos de Israel perceberam o seu mal em rejeitá-lo, eles vieram e o reconheceram como rei legítimo de Israel. Quando os da tribo de Benjamin (tribo do rei Saul) vieram até ele, Davi colocou a profissão deles à prova. Quando a confissão deles foi considerada genuína e eles mostraram que estavam verdadeiramente do lado de Davi, a passagem diz que então “Davi os recebeu”.
Se uma pessoa professa má doutrina, está claro que a assembleia não deve recebê-la, pois ficará em comunhão com o mau ensino (compare 2 João 9-11). Não falamos aqui de diferenças que as pessoas possam ter em assuntos como o batismo, mas de coisas que atinjam os fundamentos da fé Cristã. A Escritura diz: “Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus. Para que concordes, a uma boca, glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto recebei-vos uns aos outros, como também Cristo nos recebeu para glória de Deus” (Rm 15:5-7). Se alguém que professasse má doutrina fosse recebido, como é que a assembleia poderia concorde e “a uma boca” glorificar a Deus? Os irmãos na assembleia estariam dizendo uma coisa e essa pessoa dizendo outra. O resultado seria confusão. O apóstolo Paulo disse aos Coríntios: “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer” (1 Co 1:10).
É preciso paciência e discernimento para detectar o mal eclesiástico em alguém. Existe diferença entre alguém associado ao erro clerical nas denominações por ignorância e alguém que ativamente defende e promove tal erro. Um crente que desconhece a ordem bíblica de Deus para a adoração e o ministério Cristãos pode chegar à assembleia e querer partir o pão à mesa do Senhor, vindo de uma denominação criada por homens e que pratica uma ordem clerical. Ainda que esteja associado ao erro eclesiástico, ele não é, até aquele momento, culpado de mal eclesiástico. E se tal pessoa for conhecida por ser piedosa no andar e sã na doutrina, não deveria haver impedimento para que ela partisse o pão, mesmo que não tenha rompido formalmente sua associação com essa denominação.
A grande questão é: “Quando uma associação inconsciente com o erro eclesiástico se torna um mal eclesiástico?” Cremos que a resposta é quando a vontade da pessoa está envolvida. Averiguar isso exige discernimento sacerdotal por parte da assembleia. Em casos assim, a assembleia precisa depender muito do Senhor para conhecer a mente d’Ele sobre o assunto. Em condições normais, os irmãos deveriam permitir que essa pessoa partisse o pão, confiando que Deus está trabalhando em seu coração e que ela, após participar da ceia do Senhor, irá deixar o terreno em que tinha estado antes e continuar com aqueles reunidos ao nome do Senhor.
Isso é ilustrado, em figura, em 2 Crônicas 30 e 31. Ezequias encorajou o povo de Judá e o povo das dez tribos dispersas a participarem da Páscoa e a adorarem o Senhor no centro divino em Jerusalém. Depois de fazerem isso, eles foram para casa e destruíram seus ídolos e imagens. (Não estamos insinuando que as denominações criadas pelos homens na Cristandade sejam semelhantes à idolatria. Estamos falando do princípio apenas). O que é interessante notar aqui é que Ezequias não tinha dito para eles agirem assim! Aquilo foi uma resposta do coração deles que veio puramente por terem estado na presença do Senhor em Jerusalém. Todavia, se alguém deseja continuar indo a ambos os lugares regularmente, isto não deveria ser permitido. J. N. Darby observou que tal pessoa não está sendo honesta com nenhuma das posições. Ele também disse que com o aumento da degradação e da corrupção no testemunho Cristão, ficará cada vez mais difícil praticar esse princípio. Mais discernimento será necessário à medida que os dias se tornarem mais sombrios. Em nossos dias, esse princípio tem sido seguido muito raramente.
Outra figura no Velho Testamento ilustra esse cuidado na recepção. Quando a cidade de Jerusalém, o centro divino na Terra onde o Senhor colocou Seu nome, foi reconstruída nos dias de Neemias, havia ao redor grande perigo por conta dos inimigos. Consequentemente, eles não abriam as portas, para permitir que as pessoas adentrassem à cidade, até que “o Sol aquecesse” [literalmente “meio-dia”] (Ne 7:1-3.). Eles se certificavam de que não havia nenhum vestígio de “escuridão” ao redor antes de receberem as pessoas na cidade. Até aquele momento, eles faziam os que queriam entrar esperarem (Veja o mesmo princípio em 1 Crônicas 9:17-27 a respeito dos “porteiros”). Como a escuridão na Cristandade é crescente nestes últimos dias, esse tipo de cuidado deve ser exercido na recepção.
Ao contrário do que alguns podem dizer, a igreja primitiva era cuidadosa ao receber pessoas em comunhão. Isso é visto no modo como eles lidaram com Saulo de Tarso (At 9:26-28). Apolo precisou de uma carta de recomendação ao viajar para a Acaia (At 18:27-28). Isso mostra que, sem ela, ele não teria sido recebido. Febe também precisou de uma carta similar ao viajar para Roma (Rm 16:1-2). Veja 1 Timóteo 5:22: “A ninguém imponhas precipitadamente as mãos”. Além disso, Paulo disse para Timóteo andar com aqueles que, “com um coração puro, invocam o Senhor” (2 Tm 2:22). Como alguém poderia discernir isso em uma pessoa sem ter tempo de conhecê-la? Se a assembleia é responsável em tirar o mal de seu meio (1 Co 5), então obviamente ela deve ter cuidado com o que ou quem ela traz para o seu meio. Logo, existe necessidade de cuidado ao receber pessoas à comunhão.
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RESUMO: A verdade estava em processo de recuperação nos primeiros dias da história dos “Irmãos”. No início, J. N. Darby e os que estavam com ele tinham, por assim dizer, “somente um olho aberto” para a verdade. Houve um desenvolvimento no entendimento que pode ser percebido em seus escritos. Mais tarde, ele escreveu ao Sr. Kelly, que estava compilando seus textos, lembrando-lhe de que era necessário tomar cuidado por causa disso. Ele disse: “Acho que algumas notas exigem revisão, mas não tenho objeção quanto a elas serem publicadas como Notas, se forem úteis. Até mesmo os sermões contêm coisas que eu não devo aceitar. Algumas das publicações mais antigas precisariam de uma nota, ou duas, onde se passou a ter mais luz sobre o assunto, mas é melhor não serem alteradas”.
Um dos assuntos sobre os quais eles receberam “mais luz” foi o da recepção. O problema relacionado com Betesda deu ocasião a isso. A partir de então, eles foram mais cuidadosos ao receber pessoas à comunhão. Portanto, não é válido apontar para a prática adotada pelos irmãos em seus primeiros dias como um modelo para a assembleia hoje.

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Testemunhos Pessoais São Suficientes?


Outro princípio que precisa ser entendido relativamente a esse assunto é que a assembleia, funcionando de maneira bíblica, não faz nada pela boca de somente uma testemunha. Tudo o que se refere à assembleia deve ser feito de acordo com este princípio: “Por boca de duas ou três testemunhas, toda questão será decidida” (2 Co 13:1 – ARA). Compare também com João 8:17 e Deuteronômio 19:15. Por esta razão a assembleia não deve receber pessoas com base no próprio testemunho delas. Naturalmente, as pessoas costumam dar um bom testemunho de si mesmas, como a própria Escritura afirma: “Todos os caminhos do homem são limpos aos seus olhos” (Pv 16:2). E novamente: “Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória” (Jo 7:18). É por isso que podemos pedir a uma pessoa que deseja entrar em comunhão para esperar. Assim que os irmãos da assembleia tiverem conhecido a pessoa que deseja entrar em comunhão, a assembleia pode recebê-la com base no testemunho de outros.
Este é um princípio que encontramos por toda a Escritura. Até mesmo o Senhor Jesus Cristo, o Senhor da Glória, sujeitou-Se a esse princípio quando Se apresentou aos judeus como seu Messias. Ele disse; “Se Eu testifico de Mim mesmo, o Meu testemunho não é verdadeiro [válido] (Jo 5:31). Ele então prosseguiu, apresentando quatro outros testemunhos que testificavam a respeito de Quem Ele era: João Batista, Suas obras, Seu Pai e as Escrituras (Jo 5:32-39). Apesar de ter vários testemunhos para autenticar que Ele era o Messias, o Senhor advertiu aos judeus que chegaria um dia quando a nação receberia um falso messias (o anticristo) sem testemunhos. Ele disse: “Se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis” (Jo 5:43). Sendo assim, o Senhor condenou a prática de se receber alguém com base no testemunho pessoal.
Atos 9:26-29 nos dá um exemplo do cuidado que a Igreja primitiva tinha ao receber alguém à comunhão. Quando Saulo de Tarso foi salvo, ele quis entrar em comunhão com os santos em Jerusalém, mas foi rejeitado. Apesar de ser verdade tudo o que ele porventura tinha dito aos irmãos em Jerusalém sobre sua vida pessoal, mesmo assim ele não foi recebido com base em seu próprio testemunho. Foi só quando Barnabé levou Saulo consigo e o apresentou aos irmãos, e testificou da fé e caráter de Saulo, de modo que houvesse o testemunho de dois homens, que os irmãos o receberam. Daquele momento em diante Saulo “andava com eles em Jerusalém, entrando e saindo” (At 9:28).

Quem Decide Quem Deveria Estar em Comunhão?


É importante entender que os irmãos na assembleia local não decidem o que é adequado à mesa do Senhor e o que não é. A Palavra de Deus decide. Isso porque a mesa não é dos irmãos; ela é “a mesa do Senhor” (1 Co 10:21). As preferências pessoais dos que fazem parte da assembleia não têm nada a ver com a recepção. A Palavra de Deus decide tudo. Se não existe um motivo bíblico para se recusar uma pessoa, tal pessoa deve ser recebida. Se um crente já tiver sido batizado, for são na fé e piedoso no andar, não existe motivo para ser recusado. O conhecimento da Escritura não é um critério. A pessoa pode ser um crente simples, mas a Escritura diz: “Mas acolhei o que é fraco na sua fé, não para discutir as suas dúvidas” (Rm 14:1 – TB).
Todavia, muitas vezes não é possível determinar de imediato se alguém é são na fé e piedoso em seu andar. Quanto maior a confusão de onde a pessoa vem, seja do meio Cristão ou do mundo, maior pode ser a dificuldade de determinar essas coisas. Se for esse o caso, então sabedoria irá recomendar que a assembleia deve pedir à pessoa que tem o desejo de estar em comunhão que aguarde. Isso não significa que a assembleia esteja afirmando que a pessoa tenha alguma associação com o mal. Poderia até ser o caso, porém os irmãos simplesmente não sabem, e devem esperar até estarem convencidos de que não é o caso, pois eles são, em última análise, responsáveis diante de Deus por quem eles recebem em comunhão. A Escritura ensina: “A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios” (1 Tm 5:22). Esse versículo fala da comunhão pessoal com alguém numa base individual, mas o princípio é amplo o suficiente para guiar os santos na comunhão coletiva da assembleia à mesa do Senhor. Um crente maduro e piedoso que deseja entrar em comunhão não se sentiria ofendido com isso, pois certamente nenhum Cristão piedoso iria esperar que a assembleia violasse um princípio da Escritura. Na verdade, isso deveria dar a ele a confiança de estar entrando em uma companhia de Cristãos onde existe preocupação com a glória do Senhor e com a pureza da assembleia.

Deve Haver Cuidado na Recepção


Importar-se com a glória do Senhor, com relação ao que trazemos à comunhão, é algo quase inexistente na Cristandade hoje. No entanto, a Bíblia ensina que a assembleia deve ter cuidado para não trazer à comunhão alguém que pode estar envolvido com o mal, seja esse mal moral, doutrinal ou eclesiástico. O princípio é simples. Se uma assembleia local é responsável por julgar o mal em seu meio, tirando de comunhão malfeitores (1 Co 5:12), então naturalmente ela deve ter cuidado com o que ou quem ela introduz em seu meio.
Foi dito corretamente que a assembleia local não deve ter uma comunhão aberta e nem deve ter uma comunhão fechada, mas sim uma comunhão vigiada. A assembleia deve receber à mesa do Senhor todos os membros do corpo de Cristo a quem a disciplina bíblica não impeça. Se, por um lado, todo Cristão possui o direito de estar à mesa do Senhor, por outro nem todo Cristão possui necessariamente o privilégio de estar nela, pois esse privilégio pode ser perdido por seu envolvimento com alguma forma de mal.

CAPÍTULO 9: Devemos Receber ao Partimento do Pão Todo o que Se Diz Cristão?


PERGUNTA: Por que os irmãos em 1800 recebiam todos os Cristãos para o partimento do pão, mas os irmãos de hoje não? Parece que eles se desviaram da verdade e se tornaram sectários.
RESPOSTA: Eu acho importante entender um pouco da história dos “Irmãos”. A recuperação da verdade nos anos 1800 não aconteceu em questão de dias ou meses; levou um período de vários anos. Os primeiros irmãos que se reuniam simplesmente para partir o pão não tinham considerado a necessidade de recepção e, por isso, não possuíam princípios reais de recepção. Foi só depois do problema de Betesda (a divisão dos Irmãos Abertos em 1845-48) que se descobriu que era necessário cuidado no que diz respeito a receber pessoas à comunhão, especialmente as que vinham desse grupo divergente. Portanto, indicar a prática dos irmãos daqueles primeiros dias como sendo um modelo para a função de assembleia hoje é enganoso.
Para alguns, congregar no terreno do “um só corpo” (Ef 4:3), como professamos fazer, significa que recebemos à comunhão todos os membros do corpo de Cristo. Para eles, recusar comunhão com qualquer crente verdadeiro é negar o terreno que assumimos. Em um mundo perfeito, poderíamos receber todos os verdadeiros crentes, mas, como mencionado anteriormente, estamos nos dias finais do testemunho da Igreja na Terra, e é grande a ruína. Muitos crentes estão andando em erro doutrinário e/ou em mal moral, e a Escritura nos diz que essas pessoas não devem ser recebidas. Obedecer à Escritura, não recebendo tais pessoas, não é uma negação da verdade do um só corpo.
O pensamento preeminente no um só corpo é a unidade. Efésios 4:3-4 diz: “Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Há um só corpo”. Guardar a unidade do corpo é obra e responsabilidade de Deus, mas guardar a unidade do Espírito é nossa responsabilidade. O Senhor gostaria que expressássemos a unidade que existe no corpo na maneira como nos reunimos para adoração e ministério com outros Cristãos. Fazemos isso no partimento do pão (participando do único pão) e em questões de comunhão e disciplina entre assembleias. Resumindo, onde quer que as pessoas estejam na Terra congregadas nesse terreno, elas atuam juntas administrativamente e em assuntos relacionados com todos os aspectos da comunhão. Portanto, quando dizemos que nos reunimos “no terreno” do um só corpo, queremos dizer que procuramos expressar na prática essa unidade que existe. Isso não significa que recebemos automaticamente todos os crentes, independentemente de como eles estejam andando. Reunir-se no terreno do um só corpo não é igual a se reunir com todos os membros do um só corpo. Talvez fique mais claro dizer que nos reunimos sob o princípio da unidade do corpo.

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